A era da censura das massas – Como os capitalistas da tecnologia tentam fazer a história andar para trás e reviver políticos e jornais falidos
O que este livro procura demonstrar é que as chamadas “notícias falsas” não foram as únicas — nem mesmo as principais — vítimas de ataques. Além delas, também foram atingidas personagens políticas consideradas “ilegítimas”, movimentos sociais e representantes da esquerda progressista, frequentemente acusados de promover discurso de ódio como forma de ampliar o controle sobre a opinião pública.
Também são analisadas diversas figuras importantes da política internacional que hoje contestam o enorme poder de censura exercido por esses monopólios tecnológicos — tendo o YouTube como símbolo desse fenômeno. A rede social do Google, sem dúvida, tornou-se a última das grandes empresas de tecnologia a adotar uma política de censura aberta e sistemática, e talvez por isso suas regras tenham se tornado as mais explícitas e politizadas entre todas.

























































